O que ouvi


Como nasci em 1954, vivi uma época musical maravilhosa. Além do Festival de San Remo, por exemplo, que assisti, pela tv, e cujas músicas tocavam normalmente nas rádios brasileiras, todas então, AM, terminei por escutar Gigliola Cinquetti, Rita Pavone, Sergio Endrigo, Roberto Carlos, The Platters, The Beatles, Rolling Stones, Supremes, Elvis Presley, Paul Anka, Neil Sedaka, Louis Armstrong, Carlos Gardel, Pixinguinha, Adoniran Barbosa, Milton Nascimento, Os Mutantes, Cartola, Paulinho da Viola, Nelson Gonçalves, Altemar Dutra, Gal Costa, Rosemary, Caetano Veloso, Ella Fritzgerald, Cauby Peixoto, Chico Buarque, Vinícius e Toquinho, Jovem Guarda, Elis Regina, Demônios da Garoa, MPB, que isso me tornou razoavelmente seletivo.

O que hoje é arquivo no You Tube, para mim são trechos de realidade, momentos vividos entre todos os sentidos e sentimentos registrados por alguma música de qualidade. Somente em meio a vida, surgiu o conceito de música brega, mas não me intimidei com o rótulo. Enfim, cada momento de minha vida foi marcado por música.

Sendo de 1954, não era necessário o erotismo que não raro descamba para a safadeza pura e grossa. Claro que não sou moralista, mas, sinceramente, essas produções cinematográficas misturadas a seios e bundas siliconadas são absolutamente dispensáveis, assim como músicas burras alimentadas a grosserias habituais. O talento, me parece, não se nutre de mamilos (polêmicos?) ou de gemidos. De todo, alguns exemplos do que me marcou estão por aí, espalhados pelo blog.

Abraços! HILTON BESNOS

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